Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Dia 14 de novembro, Dia Mundial contra Diabetes

Foto: Divulgação Por Carmen Doria Hoje se comemora o Dia Mundial do Diabetes. Muitos já ouviram ou têm familiares com essa doença, que atinge mais de 250 milhões de pessoas no mundo. Para se ter uma idéia, só no Brasil, cerca de 9% da população sofre com isso. Para conscientização, a empresa dinamarquesa Novo Nordisk está promovendo diversas ações em São Paulo. Os funcionários estarão trajados de azul que é a cor oficial da data, entregarão cartilhas e material educativo sobre cuidados e prevenção da doença. Também terá testes gratuitos para avaliar a glicemia e havendo resultado acima do normal, o individuo receberá instrução para buscar atendimento médico a fim de obter, precisamente, se é diabético ou não. A Associação de Diabetes Doces Amigos da Baixada Santista vai promover show da Ana Carolina na Fantastic Choperia, em São Vicente. Os presentes ao show terão a oportunidade de fazer testes de glicemia para detecção de novos casos de diabetes, além de receberem materiais informativos. Mais informações sobre ações e show da Ana Carolina, acesse, respectivamente: www.docesamigos.org.br e http://www.fantasticchopperia.com/shows/ Por isso, é bom se prevenir e viver saudavelmente, pois diabetes é uma doença crônica, debilitante e de alto custo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, em 2005, aproximadamente 1,1 milhões de pessoas morreram por causa da doença.

Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

007 - Não é mais o mesmo

Por Eliane Antunes Definitivamente, ele não é mais o mesmo... O agente secreto 007, interpretado por Daniel Craig, pela segunda vez, deixa de lado os serviços pela Rainha da Inglaterra, em Quantum of Solace e se entrega a busca de uma vingança pessoal. O charme, característica marcante, de James Bond fica para poucos momentos – no envolvimento com a funcionária da embaixada inglesa (Gemma Arteton) e em trocas de olhares (que na dão em nada) com Camile interpretada por Olga Kurylenko. O romance está apenas na parte nostálgica do filme, já que o personagem principal quer se vingar do grupo que encomendou a morte de Vesper (Eva Green), sua paixão em “Cassino Royale”. Os fãs de mais idade e que acompanham a série por muito tempo, talvez não apreciem este lado mais “assassino” de 007, mas os mais jovens e acostumados a filmes de ação com certeza vão adorar. A marca da mulher forte podem agradar o público feminino que foge dos melodramas. Em suas passagens pelo mundo, o pais vilão é a Bolívia e o tema principal, é a luta pelo poder explorando os recursos naturais do planeta. Aliás, as mulheres dão um show de interpretação. O que seria da chefona “M” sem Jude Denchi? Olga Kurylenko que fez "Hitman - Assassino 47", consegue fazer uma personagem envolvida com James Bond sem dar sequer um beijo nele. A trilha sonora clássica todo mundo conhece. A novidade fica por conta de Alicia Keys e Jack White nos vocais. A versão rock com piano chama a atenção. A mistura dos dois astros realmente ficou curiosa. È ver (e ouvir) http://www.youtube.com/watch?v=hM5UJvnbbuY Quantum of Solace é realmente uma megaprodução de US$ 230 milhões . Quase US$ 100 milhões a mais que Cassino Royale - que, por sua vez, faturou quase meio bilhão de dólares no mundo todo. O filme atual, com certeza não ficará atrás. No primeiro fim de semana de estréia no Reino Unido, Quantum of Solace bateu o recordem, que era de “Harry Potter e o Cálice de fogo”, arrecadando 15,5 milhões de libras (mais de 24 milhoes de dólares) em 3 dias. Na última sexta-feira, o vigésimo segundo filme da série, estreou no Brasil e em mais 57 países. Com a direção é de Marc Forster (O Caçador de Pipas), o filme deixa os expectadores sem respirar em muitas cenas, mas como “Cassino Royale” parece que acaba a qualquer momento - quando você pensa que vão subir os créditos – tem mais um pouquinho. Poquinho que com certeza, vale a pena assistir. Ah! Um aviso aos navegantes...Não fiquem esperando o famoso, “Bond, James Bond” porque não vai ouvi-lo durante o filme inteiro. 007 - Quantum of Solace - O título do filme foi retirado de um conto de Ian Flemming e significa na tradução literal "quantidade de conforto". Refere-se ao grau de confiança necessário entre duas pessoas para que um relacionamento sobreviva. A aventura mostra um 007 que ainda não superou a perda de sua amada Vésper Lynd (Eva Green), que morre no final do filme anterior. À procura de vingança, ele passa a trama toda atrás da organização criminosa que levou à morte dela. O grupo explora recursos naturais para se manter no poder. Na história, eles descobrem aqüíferos na Bolívia e pretendem represá-los secretamente, causando transtornos à população e, desta forma, ao governo e à estabilidade do país.

Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

OUTUBRO ROSA ILUMINA SANTOS

Por Eliane Antunes Quem tem passado em frente à Pinacoteca Benedito Calixto, em Santos, tem visto uma imagem diferente. Um pouco mais meiga, delicada. A imagem feminina representada pela iluminação rosa. Ë o Outubro Rosa. A campanha acontece em vários locais do mundo para conscientizar as mulheres sobre a prevenção do câncer de mama. A história do Outubro Rosa começou em 1990, quando um laço distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, em Nova York, foi escolhido como símbolo mundial da luta contra a doença. O câncer de mama é a segunda maior causa de morte de mulheres no Brasil. A cada 15 minutos uma mulher morre em conseqüência da doença no mundo. Por isso, é importante estar atenta. De acordo, com a Fundação Oncocentro de São Paulo, Santos, é a cidade do Estado de São Paulo, com o maior índice de câncer no Estado. Os números de casos de câncer de mama, no município também, vem crescendo desde 2000. De acordo com a presidente do Instituto Neo Mama, Gilze Maria Costa Francisco, a entidade dá orientações sobre como se prevenir e os tratamento do câncer de mama. O Instituto fica na Rua Mato Grosso, 450 no Boqueirão, em Santos. O telefone é 3223-5588.

Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

HORA DE BRINCAR COM TAMPINHA

Texto: Carmen Doria Foto: Divulgação
O amor pela arte corre no sangue de Paulo Ricardo Bonavides, 17 anos, mais conhecido como Tampinha, o palhaço do grupo de animação Hora de Brincar, que faz a alegria de crianças e adultos. Tampinha conta que desde pequeno, quando ia a aniversários, ao invés de brincar como outras crianças, observava tudo que o palhaço fazia para posteriormente agir exatamente igual ao outro. “Quando tinha seis anos me apresentei pela primeira vez, para 200 crianças, na Casa da Criança”, conta. A trajetória do jovem palhaço, que estuda no 3º ano do ensino médio, é brindada por reconhecimento e apoio dos pais, principalmente da mãe, Dona Marta, professora da rede pública de ensino, que o levava às escolas para se apresentar, de forma voluntária. “Todo ano minha mãe estava em uma escola nova e eu sempre ia junto com ela, mas ela sempre fala que o ensino está em primeiro lugar. O pior castigo para mim era quando tirava nota baixa e ela não me deixava me apresentar”, afirma.O estudante relembra que seus pais, grande incentivadores de seu trabalho, já se apresentavam em eventos. “Minha mãe pertencia ao grupo de animação Salada Mista e meu pai imitava Os Menudos”.

COMO TUDO COMEÇOU

Texto: Carmen Doria Foto: Divulgação Tampinha conta que tinha 10 anos quando encontrou com um amigo no Hipermecado Extra e este o convidou para trabalhar no grupo de animação em que ele atuava. Lá, o rapaz aprendeu técnicas de maquiagem e brincadeiras. Depois, tendo seu trabalho reconhecido, o próprio amigo o indicou para outro grupo e Tampinha ficou até os 15 anos. “Minha mãe viu que estava dando certo, então decidiu montar o grupo Hora de Brincar, que hoje conta com 33 funcionários e já fez mais de duas mil apresentações por ano”. O jovem empreendedor revela que tem que ter disciplina, responsabilidade e explica como funciona a empresa. “Nove funcionários estudam comigo no ensino médio e prezamos muito a responsabilidade e o respeito aos clientes”. Ele conta que teve dois casos em que os funcionários faltaram nas apresentações. “A primeira ausência já desligamos o integrante do grupo. É chato deixar o dono da festa esperando”. Tampinha explica que o grupo chega com uma hora e meia de antecedência para se maquiar, se vestir, deixar tudo preparado para a festa. A empresa conta com 250 fantasias, que são impecavelmente bem cuidadas por Dona Marta. “Quando usamos a fantasia, minha mãe lava, passa e deixa no cabide para a próxima apresentação”. Também se apresentam para todos os tipos de classes sociais. “Já estivemos no Santa Cruz dos Navegantes, Guarujá, Colégio Itá, empresas como Cosipa e Hotel Jequitimar, do grupo Silvio Santos”. Ele ressalta que quem possui menor ou maior poder aquisitivo vai pagar a mesma coisa. O que vai diferenciar é o que o cliente vai querer na festa. “Temos teatro de fantoches, vários personagens, desde os clássicos, como a Branca de Neve, Turma da Mônica passando pelos atuais, Backyardigans e Cocoricó”. Mesmo com quase dois anos de existência, o grupo, que vai fazer aniversário em 1º de outubro próximo, conta com costureira própria e conseguiu veículo para levá-los aos eventos. Tampinha também lembra que toda festa é uma nova experiência. “A gente segue um roteiro, mas ao chegarmos numa festa tudo pode acontecer.” Foi o caso em que todos eram surdos e mudos e eles, no improviso, conseguiram alegrar a todos, com mímicas e brincadeiras. Os estudos, para o jovem rapaz, seguem lado a lado com a empresa. “Na escola, pedimos para aplicarem provas em outra data. Por exemplo, na semana da Criança, agora, estamos com a agenda lotada e a direção do colégio tem essa sensibilidade de nos ajudar”. Para o futuro, Tampinha já sabe qual função exercer, além de animador. “Vou fazer odontologia. Serei um dentista palhaço”, diz, sorridente.
Contato: (13) 2202-8378 Perfil no Orkut – Hora de Brincar Animação Infantil.

Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

ADEUS JOÃO PEDRO

Texto: Eliane Antunes Foto: Divulgação
O Santos Futebol Clube perdeu um de seus maiores torcedores. Morreu João Pedro Lima Mendonça. O menino tinha 12 anos e desde que nasceu sofria de epidermólise bolhosa, uma doença caracterizada por bolhas espalhadas pelo corpo e que prejudicava muito sua qualidade de vida. Já que tinha dificuldades até para ingerir alimentos. Durante sua passagem pela terra, este "anjinho" (como todos o chamavam) recebeu a solidariedade de muitos que acompanharam suas dificuldades. O enterro aconteceu na manhã de ontem, no cemitério do Paquetá. A última homenagem a João Pedro contou com a presença de jogadores do Peixe, que deixaram o treino para dar o último adeus ao garoto. O blog sabichonas participou da campanha para arrecadar donativos para João Pedro. Sua passagem está imortatizada nos 56 quadros feitos por ele e que enfeitam o Hotel Recanto dos Alvinegros, que serve de concentração para os jogadores do clube dentro do CT Rei Pelé. Vai com Deus, anjinho. 28/02/1996 a 22/09/08

Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

TUDO VIRA BREGA

Por Eliane Antunes
Foto: Divulgação
Essa é pra quem já passou da adolescência. O que você usava quando tinha quinze anos? Qual a moda dos anos dourados de sua vida? É sempre revoltante lembrar disso quando a gente está chegando ou já passou dos trinta. Isso porque nos vivemos momentos dramáticos da moda. Já não bastava os anos 80 com toda aquela insensatez de modelitos geométricos e exagerados. Os anos 90 poderia ser pior, sim. Olhando a reprise da novela Pantanal, no SBT, dá pra não sentir saudades do que tivemos coragem de usar e ainda arrasávamos. Afinal, as roupas que a Guta (única personagem que se vestia com as roupas da moda na novela) era o retrato do que encontrávamos nas escolas, festinhas e baladas(não usávamos este nome também) dos anos 90. A sempre presente calça “centro-peito”, batons na cor vinho e camisetas de golinhas, principalmente nas cores ocre e vinho. Isso tudo fichinha se compararmos a um dos grandes hits do início da década – o vestido trapézio. Eu sei, muita gente tenta se esquecer dele. Pra começar, o modelito que de trapézio não tinha nada, se emendasse com nossas cabeças poderia até parecer um triângulo. Já que para parecer um trapézio de verdade só se colocássemos um arame em cada lado para armar aquilo. E como já não fosse bizarro o suficiente, o tecido para a fabricação do tal vestido era de péssima qualidade. A moda que retornou no ano passado, veio menos dramática e também mais discreta. Não chegou a virar hit nas ruas e quem encarou pôde se sentir mais a vontade. Mas, até hoje dá vergonha de dizer que aos quinze anos usávamos aquilo. E os rapazes? Aquelas camisas jeans sem manga e desfiada devem dar pesadelos até hoje. Naquela época muita gente ainda arrepiava os cabelos a la Chitãozinho e Xororó (coragem). Realmente isso não é orgulho pra muita gente, mas pra você que hoje tem quinze anos aí vai nossa mensagem.
Fique atento, você ainda vai sentir vergonha de usar franjinha de lado e pintar os olhos como um chorão emo. Não se preocupe. Como diria George Harrison “tudo passa” e como diria Rita Lee “ Tudo vira *****

E você pode responder a nossa enquete que está no rodapé ****